Crédito: Alan Costa
No último dia 13 de maio, foi realizada a 9ª edição do Prêmio Sim à Igualdade Racial, promovido pelo ID_BR (Instituto Identidades do Brasil). Neste ano, o tema foi o “Surrealismo Afro-Indígena Brasileiro”, que convidou o público a sonhar “o que parece impossível” para construir futuros mais justos.
A Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro recebeu o prêmio na categoria “Escolas SIM”, pela promoção de iniciativas de educação integral como ferramenta para a promoção da equidade racial – relevante reconhecimento de redes públicas de ensino com práticas antirracistas estruturadas e transformadoras. É a primeira vez que o prêmio instituiu essa categoria, que foi julgada por um júri técnico a respeito das práticas desenvolvidas nas unidades escolares.
Desde 2021, com a criação da Gerência de Relações Étnico-Raciais (GERER), a Secretaria tem o antirracismo como pilar da concepção de ensino e aprendizagem. O material didático RioEduca é concebido de forma a valorizar a diversidade dos alunos, exaltando a diversidade étnico-racial e os pertencimentos do território da cidade do Rio de Janeiro. Além disso, a GERER promove encontros, eventos e ciclos de formação para professores da rede.
“Este prêmio reconhece uma política pública estruturante, que fortalece a aprendizagem e ajuda a reduzir desigualdades educacionais na rede municipal. Com a GERER, avançamos para que cada estudante se veja representado nos materiais didáticos, para qualificar a formação das equipes, desenvolver lideranças, reconhecer práticas desenvolvidas nas unidades escolares e para produzir dados melhores, capazes de orientar decisões e investimentos com mais precisão. É um incentivo para seguirmos elevando o padrão da educação carioca e também para inspirar redes de todo o Brasil”, comemorou o secretário municipal de Educação do Rio, Hugo Nepomuceno.
“É um ‘Sim’ à força do nosso compromisso institucional de combater desigualdades. Um reconhecimento que a Secretaria Municipal de Educação conquista. Mais um diferencial que dá escala à nossa política institucional antirracista”, disse Joana Oscar, gerente de Relações Étnico-Raciais. “Essa conquista não seria possível sem o engajamento de cada uma das 1.558 escolas da rede carioca, tendo professores diretamente envolvidos na formação especializada, atuando como multiplicadores de práticas pedagógicas antirracistas e, por isso, transformadoras”, conclui Joana.












