Crédito: Thiago Trindade
Novos Ginásios Educacionais Tecnológicos estão abertos para mais de 1.000 alunos
A Prefeitura do Rio, por meio da Secretaria Municipal de Educação, inaugurou, nesta semana, mais dois Ginásios Educacionais Tecnológicos: o GET Adalgisa Nery e o GET Ciep Papa João XXIII, ambos em Santa Cruz, Zona Oeste da cidade. Com as novas entregas, 1.009 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental passam a integrar o modelo inovador de ensino adotado pela atual gestão, que amplia o alcance de metodologias ativas e fortalece o protagonismo estudantil.
A rede municipal de ensino do Rio de Janeiro segue avançando na expansão dos GETs, com previsão de novas unidades em funcionamento até o fim deste ano. Atualmente, a cidade já conta com 306 GETs que alcançam mais de 125 mil alunos. A meta deste ano é chegar a 350 GETs, totalizando 150 mil crianças. E até o final de 2028, a cidade vai ter 500 unidades.
“Essa meta não só é viável como ela é também transformadora. A gente está falando de um modelo reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC). De crianças e adolescentes tendo acesso ao que há de mais moderno em tecnologia educacional no país. Cada GET é uma unidade de transformação que vai conectar os nossos alunos às melhores oportunidades que eles vão ter na área da aprendizagem, no mundo da pesquisa, no ambiente acadêmico e no mercado de trabalho”, afirma o secretário municipal de Educação, Hugo Nepomuceno.
Os GETs representam uma nova concepção de escola alinhada às demandas do século XXI, configurando-se como espaços voltados à inovação didático-pedagógica, à experimentação do conhecimento e à colaboração entre estudantes e educadores.
Baseados na abordagem STEAM — sigla para Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática —, os Ginásios Educacionais Tecnológicos reforçam o compromisso da rede com a educação integral.
Lançado em março de 2022, o modelo tem como objetivo desenvolver competências e habilidades essenciais para os desafios contemporâneos. Os estudantes participam de projetos interdisciplinares que vão além do conteúdo tradicional, com atividades realizadas em laboratórios maker que estimulam a criatividade, a experimentação e a aprendizagem prática, gerando impacto direto nas comunidades escolares.
Cada unidade é equipada com infraestrutura moderna e tecnologias de ponta. Nos colaboratórios, os alunos têm acesso a ferramentas como inteligência artificial, impressoras 3D, cortadoras a laser, óculos de projeção, kits de robótica e máquinas de costura. A proposta é aproximar a tecnologia do cotidiano das famílias, ao mesmo tempo em que fortalece a integração entre escola e território.












