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Neste dia 26 de fevereiro, comemora-se os 15 anos de descoberta do Cais do Valongo. Situado na região portuária do Rio de Janeiro, foi o principal ponto de entrada de africanos escravizados no Brasil e nas Américas. Entre os séculos XVIII e XIX, estima-se que cerca de um milhão de pessoas desembarcaram naquele território. O Cais preserva a memória das histórias, culturas e, principalmente, da resistência negra. Esse território nos convida a refletir sobre as marcas profundas dessa história na formação do país.
A gestão do secretário Renan Ferreirinha, desde a criação da GERER – Gerência de Relações Étnico-Raciais – valoriza e reconhece esse território como um museu a céu aberto. Desde 2021, temos ininterruptamente um Acordo de Cooperação Técnica que já levou mais de 40 mil estudantes para o Circuito de herança africana, em parceria com o Instituto Pretos Novos.
Atualmente, as ações no entorno envolvem: circuito para estudantes, circuito para professores e profissionais, modalidade clubinho de leitura no IPN, parceria com o Museu de Arte do Rio e com o Museu de História e Cultura Afro-brasileira (MUHCAB). As atividades reafirmam o compromisso com uma educação pública que valoriza a memória, fortalece identidades e contribui para a construção de uma sociedade mais justa e consciente de sua própria história.
Nossos alunos vivenciam de perto esse patrimônio histórico que contribui para o reconhecimento das raízes africanas que formam nossa cultura e fortalece o respeito às histórias e à resistência do povo negro. Vivências pedagógicas no território da Pequena África ampliam o aprendizado e reafirmam a importância de uma educação antirracista!












